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O síndrome do sofá

Mas porque é que o sofá me provoca sonolência? Durante o dia não costumo ter grande tempo para usufruir dele, mas à noite sim.

A Clara vai para a cama no máximo até ás 20h30, os pais fazem o que tem a fazer e lá vão eles um bocadinho pôr a conversa em dia. Para onde? Para o sofá, pois claro. Aquele sofá velhinho e gasto, quase já sem cor e todo molengo é a nossa perdição. Quando estamos sentados, ainda me aguento, mas quando vou escorregando, esqueçam: nao há volta a dar.

Fico, como hei-de eu dizer isto, meio desiludida/frustrada comigo mesma porque, por exemplo ao sábado, quando podemos ficar um bocadinho até mais tarde, eu cedo à tentação, volto a escorregar e consequentemente a adormecer. Não vejo o filme que queria ver há imenso tempo até ao fim, acordo com restos de pipocas no cabelo e ainda por cima a babar as almofadas. Chego, por vezes a acordar com o meu proprio ressonar!

Que horror, quem és tu, Fabiana? Um ser que se transforma quando a noite chega? Um monstro que acorda o próprio marido a dormir? Estou a ficar preocupada!

Conclusão: se nao fosse para o sofá, não adormeceria e o tempo era aproveitado para fazer alguma coisa mais útil. Deduzo então, que o útil para mim neste momento muito provavelmente será dormir! Mas não me conformo com a parte animalesca. E é só isto!

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